A palavra yantra significa apoio, instrumento.
O yantra é a expressão física de um mantra através de uma figura geométrica.
O yantra é o símbolo de um aspecto da Suprema Divindade.
Os yantras místicos revelam a base íntima das formas universais.
A função do yantra é simbolizar a revelação das verdades cósmicas.
O yantra é um desenho geométrico usado como um instrumento perceptivo na prática da contemplação, concentração e meditação.
O yantra fornece à mente um ponto focal que é um portal exterior e interior para a Consciência Absoluta.
O yantra é uma imagem microcósmica do macrocosmo.
O yantra é focado numa determinada divindade e nos seus específicos centros de força criadora do universo.
A base da operação do yantra é uma radiação mental chamada "energia da forma" ou "a forma da energia".
Estrutura funcional do yantra
1 - Contorno yantrico
2 - Ponto - bindu
3 - Triângulo - trikona
4 - Estrela de 6 pontas - shat kona
5 - Círculo - chakra
6 - Quadrado - bhupura
7 - Lotus - padma
1 - Controle yantrico
Delimita seu perimetro para conter e evitar perda de forças mágicas simbolizadas pela estrutura do núcleo do yantra, o ponto central.
2 - Ponto - bindu
Simboliza a energia focalizada; o ponto é rodeado por diferentes desenhos geométricos simbolizando as características da divindade e os aspectos específicos do yantra.
3 - Triângulo - trikona
O triângulo com ponta para baixo - Shakti Kona - simboliza a água, e a Yoni, orgão sexual feminino símbolo da fonte suprema do universo.
O triângulo com a ponta para cima - Shiva Kona - simboliza o fogo - Agni tattva - e a aspiração espiritual.
A união dos dois triângulos simboliza a interação dinâmica de ambas energias; os espaços vazios, surgidos dessa união, simbolizam campos de forças operacionais emanadas do ponto central do yantra.
4 - Estrela de 6 pontas - shat kona
Simboliza a união do Ser Supremo - Purusha - com a Mãe Natureza - Prakriti -, ou Shiva Shakti, fonte da Criação.
5 - Círculo - chakra
Simboliza o ar - Vayu tattva -, o movimento espiritual da evolução macrocósmica e a perfeição do vazio criativo.
6 - Quadrado - bhupura
Simboliza a terra - Prithivi tattva - e o limite exterior da yantra; simboliza a evolução universal a partir do sutil - "eter" - e terminando no grosseiro - "terra".
7 - Lotus - Padma
Simboliza a pureza da Divindade, e cada pétala simboliza um componente virtuoso da liberdade de ação da vontade absoluta do Ser Supremo.
Continua no Japamala
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
O Racismo
Fui um executivo de imenso sucesso. Contratava meus auxiliares após um contato
pessoal com os mesmos, quando analisava os critérios de seleção, aplicados pelo
departamento de recursos humanos, que resultavam na apresentação daqueles
candidatos. Foram muitas as vezes em que contratei profissionais negros com
qualificação inferior e potencial superlativo. A diretoria do departamento
de recursos humanos questionava minhas escolhas alegando serem contrárias à
conservação do nível cultural da organização. Todos os profissionais negros que
contratei se desenvolveram, técnica e intelectualmente, acima do esperado.
Alguns se tornaram líderes, instrutores, e gerentes. Por falta de vaga para
todos, outros foram contratados pelos nossos concorrentes. Entretanto, enfatizo
uma abordagem feita logo após a admissão do profissonal negro. Dizia-lhe:
Pedro, ou João, ou José, ou qualquer outro nome, não se esqueça jamais que você
não é "de cor", você é negro, e tenha o mais profundo orgulho em ser
negro, e exija ser respeitado como tal. Exija dos seus colegas o mesmo respeito
que lhe tenho. Tenha consciência de que o contratei também porque você é um
negro brasileiro, e não um afrodescendente. Esta foi uma das minhas
contribuições ativistas contra o racismo neste país. Todavia, isto não tem
mérito porque, reencarnatoriamente, nasci amando tanto a raça negra que tenho
filhos mulatos. E só um branco, pai de mulatos, sabe como é amarga a lágrima
derramada ao ver seus filhos serem discriminados por uma sociedade falaciosa,
hipocrita, e doente, que persiste em negar e esconder a contribuição
civilizatória de um dos mais significativos segmentos étnicos de sua formação
como um povo multirracial.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
O preconceito
Quero completar o artigo do articulista, Rodrigo Cortijo, contando uma história acontecida na, então, escola Atual. Morávamos à mil passos da escola. Minha falecida ex-esposa, Aparecida Fátima Fracassi, mulata de beleza impar, sempre buscava nossos filhos vestida com o cotidiano doméstico. Fátima era mais escura que os filhos, e estes tinham acentuada fisionomia semita paterna. Naquele dia, ao entregar as crianças, a professora pediu para que Fátima avisasse à mãe dos alunos para vir ao colégio, no dia seguinte, para tratar de assuntos correlatos. No dia do aprazado, Fátima, toda produzida, foi à reunião. A professora, diante daquela figura afrodescendente, altiva, dominante, bem vestida, e belíssima, pediu, constrangida, veementes desculpas pelo equívoco. Fátima, do alto de sua vingança, respondeu: Eu entendo, não se preocupe, faz muito tempo que estou acostumada com esse tipo de comportamento. O articulista, Rodrigo Cortijo, é um moreno escuro, avermelhado, próprio dos beduínos do Oriente Médio, como o seu pai, e seus avós paternos. Sua irmã, Roberta Fracassi Cortijo é uma morena clara, amarronzada, própria dos afrodescendentes, ainda que tenha traços fisionômicos dos árabes nômades do deserto. Certa vez, Rodrigo Cortijo, desejoso de se mudar para os Estados Unidos da América do Norte, aconselhei não faze-lo, porque, fatalmente, seria identificado com um terrorista islâmico. O preconceito e a discriminação não são questões educativas, são recursos sócio- econômico-financeiros, através dos quais a sociedade dominadora arregimenta mão de obra escrava. Tenho dois grandes amigos, "Todo Mundo e Ninguém". Em termos de preconceito e discriminação, Todo Mundo esconde e Ninguém fala que a gênese do terrorista internacional esta no fundamentalismo, como uma resposta revoltante contra a escravatura dos povos mantidos utilitariamente em uma civilização ainda primitiva. O terrorismo não é o veículo adequado, mas é o único que a sociedade dominante deixou, temporariamente, ser a única alternativa extrema, ditada pelo desepero daqueles que nascem, vivem, e morrem sem a esperança de serem reconhecidos como seres humanos. A máxima do herói escravo romano Spártaco nunca foi tão moderna: "Prefiro morrer lutando pela liberdade do que viver abjectamente como escravo".
terça-feira, 7 de abril de 2015
A Passeata de 12.04.2015, domingo
O Partido dos Trabalhadores, PT, executa um projeto político sem alternância de poder.
Um projeto político sem alternância de poder configura-se uma ditadura, de um só partido.
O Partido dos Trabalhadores, PT, executa um projeto político, no qual o poder conquistado, através de uma eleição democrática, deve perpetuar-se à qualquer custo.
A perpetuação do poder político, de um só partido, só é possível através da corrupção.
O Partido dos Trabalhadores, PT, para, tentar, perpetuar-se no poder, à qualquer custo, transformou a corrupção em uma autarquia burocrática administrativa.
Através da corrupção, o Partido dos Trabalhadores, PT, compra os seus iguais; paga pela difamação dos seus opositores; paga para reescrever e adulterar a história da República, em benefício próprio, mediante estórias falaciosas; paga para que suas mentiras sejam repetidas até que sejam transformadas em verdades circunstanciais.
Antes da conquista do poder, através de uma eleição democrática, em termos de ética e de moralidade política íntegra, o Partido dos Trabalhadores, PT, se auto proclamava: único e inigualável.
Após a conquista do poder, através de uma eleição democrática, em termos corruptivos, o Partido dos Trabalhadores, PT, afirma que todos os partidos, incluindo-se, são iguais.
Agora, na execução do projeto político, de um só partido, sem alternância de poder, sentindo-se contestado, o maior lider do Partido dos Trabalhadores, PT, o "senhor" Luís Inácio Lula da Silva ameaça a sociedade brasileira com as milícias paramilitares formadas pelos adeptos do Movimento Sem Terra, MST, sob o comando do agitador, "senhor" Stedelli.
Está é uma situação, entre muitas, criada por 12 anos de governo petista.
Na passeata do dia 12.04.2015, domingo, demonstraremos, mais uma vez, a nossa oposição, pacífica e republicanamente democrática, contra todo esse estado de coisas que ameaçam a sobrevivência das mais caras instituições da República Federativa do Brasil.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
Um projeto político sem alternância de poder configura-se uma ditadura, de um só partido.
O Partido dos Trabalhadores, PT, executa um projeto político, no qual o poder conquistado, através de uma eleição democrática, deve perpetuar-se à qualquer custo.
A perpetuação do poder político, de um só partido, só é possível através da corrupção.
O Partido dos Trabalhadores, PT, para, tentar, perpetuar-se no poder, à qualquer custo, transformou a corrupção em uma autarquia burocrática administrativa.
Através da corrupção, o Partido dos Trabalhadores, PT, compra os seus iguais; paga pela difamação dos seus opositores; paga para reescrever e adulterar a história da República, em benefício próprio, mediante estórias falaciosas; paga para que suas mentiras sejam repetidas até que sejam transformadas em verdades circunstanciais.
Antes da conquista do poder, através de uma eleição democrática, em termos de ética e de moralidade política íntegra, o Partido dos Trabalhadores, PT, se auto proclamava: único e inigualável.
Após a conquista do poder, através de uma eleição democrática, em termos corruptivos, o Partido dos Trabalhadores, PT, afirma que todos os partidos, incluindo-se, são iguais.
Agora, na execução do projeto político, de um só partido, sem alternância de poder, sentindo-se contestado, o maior lider do Partido dos Trabalhadores, PT, o "senhor" Luís Inácio Lula da Silva ameaça a sociedade brasileira com as milícias paramilitares formadas pelos adeptos do Movimento Sem Terra, MST, sob o comando do agitador, "senhor" Stedelli.
Está é uma situação, entre muitas, criada por 12 anos de governo petista.
Na passeata do dia 12.04.2015, domingo, demonstraremos, mais uma vez, a nossa oposição, pacífica e republicanamente democrática, contra todo esse estado de coisas que ameaçam a sobrevivência das mais caras instituições da República Federativa do Brasil.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
O apego
O apego
não é um obstáculo, é um ensinamento sensitivo, emocional, e psíquico que
precisa ser vivenciado e sofrido para que o universo imanente e transcendente
do ser humano seja sublimado durante as diversas reencarnações até que se seja
transferido para um planeta menos primário.
Eu não
sou cristão. Poderia ser cristão católico apostólico romano, se não fossem
alguns específicos os dogmas desse segmento religioso que qualificam a
maioria dos meus conceitos filosóficos e comportamento social como
pecaminosos. Poderia ser cristão protestante, se não fossem as interpretações
pessoais, tendenciosas e sem crítica racional dos seus representantes.
Poderia ser cristão evangélico,... pentecostal, redentorista, se não fossem
as propagandas exclusivas de salvação, que me deixam na dúvida para saber quem
mente menos. Poderia ser cristão testemunha de Jeóvá, se não fosse o
radicalismo de sua teologia da condenação, e a sua absurda oposição aos
processos das grandes conquistas da ciência contemporânea. Assim sendo,
continuo israelita, excomungado da sinagoga por ser um livre pensador. Dentre
meus mestres destaco: Moandas Karanjam Gandi, Martin Luther King, Spinosa, e
o Nazareno Rabino da Galiléia, o qual me inspirou a seguinte oração: "
Deus Mãe-Pai, todo poderoso na sua infinita misericórdia e empatia, permita
refletir sobre mim um pouco daquela luz que um dia brilhou tão fortemente nas
colinas da Galilèia".
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A Promiscuidade
Esta é a minha interpretação, e não o texto original do acontecido.
Em 30.03.2015, segunda-feira, na TV Cultura, na programação da Roda Viva, a convidada do dia foi a atriz, entrevistadora, e jornalista, Marília Gabriela, cuja importância do nome dispensa maiores apresentações.
Nas características do espetáculo, Marília Gabriela, respondeu, com carismático brilhantismo, todas as perguntas, salvando, até mesmo, algumas menos inteligentes.
A última indagação foi feita pelo filósofo Luiz Felipe Pondé:
-"Marília, qual a sua visão da nossa atualidade".
Marília Gabriela respondeu:
-"O que mais me impressiona na atualidade é existir aquela pessoa que, recebendo, durante um certo período de tempo, parcelas de quantias que somam 97 milhões de reais (esse número é aleatório), consegue continuar convivendo com sua família, com seus amigos, ir à sua igreja, considerar-se um bom, ajudar aos outros, como se nada de anormal estivesse acontecendo, em sua vida. Ao procurar um termo para definir esta situação encontrei a palavra promiscuidade"
Durante o pronunciamento desta última resposta, a expressão facial e gesticular, da convidada, era de espontânea indignação.
Quando, atrevidamente, conceituamos já saber quase tudo, somos agraciados com mais um ensinamento: "a corrupção, o corrupto, e o corruptor formam um todo homogênio de promiscuidade".
Obrigado, Marília Gabriela, por me fazer saber que não estou sozinho na minha inutilidade de ser honesto.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto
Igualdade Social
Qualquer
sociedade é constituída de dois segmentos estruturais: o minoritário
dominante e o resto dominado. A igualdade social é uma falácia. Como pode
haver igualdade social entre um cientista e um lixeiro? Cada um poderá viver
bem, mas, o viver bem do cientista jamais será o mesmo viver bem do lixeiro.
Cada qual terá uma qualidade de vida correspondente à sua participação e
contribuição à própria comunidade em que vive, e terá uma de importância
social conforme a classificação determinada pelo segmento dominante. O
cientista tem, intrínseco, uma valorização individual, e o lixeiro tem,
intrínseco, apenas uma valorização como um corpo coletivo. Este parâmetro de
igualdade social determina o parâmetro de direito social. O segmento
dominante determina que, individualmente, o direito de cientista é maior do
que o direito do lixeiro. Portanto, a atual civilização, dominante neste
início da segunda década do século 21 ( de 2001 à 2100), é constituída de uma
diminuta sociedade dominante sobre uma maioria social de escravos modernos,
cujas mídias, instrumento de soberania, convencem a sociedade dominada à ter
medo de uma liberdade que a obrigasse a viver sem as referências específicas
da sociedade dominadora. Pergunte-se por que vosmecê usa determinada marca de
dentifrício, sabonete, hidratante, farinha, café, automóvel, computador,
celular, presunto, queijo, preservativo, e todos os demais produtos supostos
necessários para o viver bem da sociedade de consumo em que permitimos ser
transformados. A própria chamada oposição é um produto de consumo, onde só se
muda a fantasia da beleza atrativa do rótolo para uma mesma farinha de
péssima qualidade.
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