Depois não venham dizer que ninguém anteviu, ou que não quis fazê-lo.
Diante da realidade do protestos reivindicatórios nas específicas regiões urbanas do país, o Governo brasileiro, em todos os níveis dos três poderes, excluída as Forças Militares Nacionais, assumiu um comportamento passivo e observador para com a absoluta maioria de manifestadores pacifistas, e uma atitude restritiva para com a turba minoritária, violenta e desordeira.
O comportamento passivo do Governo é a conhecida inteligência da estratégia do detentor do poder de vencer pelo cansaço.
Ao sabor de um limitado tempo, qualquer protesto reivindicatório repetitivo tende a se tornar exaustivo e enfraquecedor, com os seus manifestadores voltando para a rotina cotidiana de suas modestas vidas individuais, e, mais uma vez, o Governo terá atingido seu objetivo de manter tudo como sempre esteve.
Reforça este posicionamento do Governo o percentual diminuto de aproximadamente 3,5% de manifestadores com relação à população recenseada das respectivas cidades.
Outrossim, uma facção da turba violenta e desordeira é o tentáculo partidarista oculto, que opera de acordo com os interesses do Governo, intimidando os manifestadores pacifistas.
Nas cidades em que o último aumento de preço dos transportes coletivos foi revogado, no devido tempo, os prepostos municipais e estaduais articularão, junto aos empresários do setor, as inevitáveis greves sindicais que deixarão a população sem meios de transporte, provocando um condicionamento coletivo quanto às necessidades de reajustes para manter um mínimo de funcionalidade operacional.
Quanto as demais reivindicações, abrangendo a educação, a saúde, e a segurança, etc., são esdrúxulas, porque demandam procedimentos de ordem legislativa, executiva, judiciária, e orçamentária, cujo tempo de elaboração compromete as mais inocentes esperanças.
Estes episódios não são inéditos, e nestes últimos sessenta anos o antigo Departamento de Ordem Política e Social documentou que fui coadjuvante em alguns.
Entretanto, todos esses movimentos foram derrotados pela indiferença do povo e pela força coercitiva da corrupção.
Aonde há dinheiro, há poder, e aonde há dinheiro e poder, há quem tem o seu preço, e consequentemente há o corruptor, o corruptível, e o corrupto.
A verdadeira revolução dos movimentos de protestos reivindicatórios começa e acontece na urna eleitoral, e na consciência numinosa de um povo determinado à escrever a própria história.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Minha é a escolha do Inimigo
Para que não se diga que falei de flores, só depois...
Eu lhe sou um inimigo fidagal.
Não lhe sou anti, porque se assim o fosse estaria apequenando-me.
Para ser o inimigo é necessário que se esteja cônscio da própria grandeza.
Este é um dos inúmeros, dos quais lhe sou inimigo, porém, este é o maior de todos.
Entretanto, para que se lhe possa ser o inimigo, é imprescindível que se tenha o pleno conhecimento da natureza física, sensitiva, emocional, psíquica e espiritual do seu adverso.
Este, de quem sou inimigo, é luciferinamente luminoso, belo, sedutor e envolvente, como se fora um vício.
Enquanto inimigo, protejo e defendo a sobrevivência das idiossincracias formadoras da essência da minha irruente personalidade.
Enquanto inimigo, estou imune da miscigenação intelectual.
Enquanto inimigo, estou consciente da sua energia, força e poder, cultivadas, emanadas, e expandidas de um segmento e de um seguimento apaixonadamente popular.
Como tudo que é gigantesco, o virtuoso e o vicioso se equiparam.
Este, de quem sou inimigo, é um patrimônio.
Este, de quem sou inimigo, representa a si mesmo.
Este, de quem sou inimigo, nem sabe que existo, porém...
Este, de quem sou inimigo, faz parte da minha esperança de que, daquelas distantes e estranhas terras, ele retorne como... Corinthians Campeão.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
Não lhe sou anti, porque se assim o fosse estaria apequenando-me.
Para ser o inimigo é necessário que se esteja cônscio da própria grandeza.
Este é um dos inúmeros, dos quais lhe sou inimigo, porém, este é o maior de todos.
Entretanto, para que se lhe possa ser o inimigo, é imprescindível que se tenha o pleno conhecimento da natureza física, sensitiva, emocional, psíquica e espiritual do seu adverso.
Este, de quem sou inimigo, é luciferinamente luminoso, belo, sedutor e envolvente, como se fora um vício.
Enquanto inimigo, protejo e defendo a sobrevivência das idiossincracias formadoras da essência da minha irruente personalidade.
Enquanto inimigo, estou imune da miscigenação intelectual.
Enquanto inimigo, estou consciente da sua energia, força e poder, cultivadas, emanadas, e expandidas de um segmento e de um seguimento apaixonadamente popular.
Como tudo que é gigantesco, o virtuoso e o vicioso se equiparam.
Este, de quem sou inimigo, é um patrimônio.
Este, de quem sou inimigo, representa a si mesmo.
Este, de quem sou inimigo, nem sabe que existo, porém...
Este, de quem sou inimigo, faz parte da minha esperança de que, daquelas distantes e estranhas terras, ele retorne como... Corinthians Campeão.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A Meditação Transcendental
A idéia é que toda e qualquer forma de manifestação e expressão da natureza micro ou macrocósmica emite uma frequência de energia.
Por ressonância, uma específica energia própria do ser humano microcósmico vibra na mesma sintonia de alguma das infinitas e específicas energias próprias da natureza micro e macrocósmica.
O princípio da ressonância com a Divindade ou com a energia cósmica deve sua aplicabilidade universal à perfeita sintonia existente entre o ser humano microcósmico e a Criação micro e macrocósmica.
O chamado caminho secreto, o caminho do meio, para elevar-se à meditação transcendental, está na ressonância resultante da contemplação, concentração e meditação do uso integrado, inteirado e interagido do mantra, do yantra e do japamala.
O processo de ressonância é estabelecido pela contemplação, concentração e meditação sobre a mensagem e o som do mantra, sobre a imagem do yantra e sobre a prática do japamala.
Enquanto a mente está em sintonia com as figurações específicas associadas ao mantra, ao yantra e ao japamala, os fluxos da energia numinosa místico-espiritual das percepções psíquicas emocionais e simpáticas se expandem, mas quando a ressonância é interrompida a energia cessa.
O mantra, o yantra e o japamala, em si mesmos, não representam nada, são apenas expressões axiomáticas tradicionais e metáforas mitológicas.
Quando atribuímos ao mantra, ao yantra e ao japamala poderosas energias místico-espirituais estamos conceituando metáforas mitológicas sem uma análise crítico-racional.
A energia místico-espiritual é um dos componentes específicos e exclusivos do ser humano, em estado natural e em latência.
O mantra, o yantra, e o japamala são, na realidade, recursos culturais criados progressivamente através dos tempos imemoriais, e usados para o desenvolvimento da plenitude dos percepções psíquicas emocionais e simpáticas da consciência numinosa místico-espiritual, rumo a meditação transcendental com a Consciência Divina.
Cada mantra tem seu yantra.
Cada mantra tem seu japamala.
Cada mantra é formado por uma ou várias palavras, cuja composição literária e cadência recitativa tem vários estilos ritmados pelo japamala e consagrados pela tradição milenar.
Entretanto, em que pese a obediência aos parâmetros herdados, a cada oração, cada praticante tem uma compreensão e uma execusão interpretativa idiossincrática, o que faz com que sua trajetória rumo à meditção transcendental seja especificamente singular, mesmo porque a Suprema Consciência não se repete em suas divinas criações.
Uma programação objetiva
Faça uma programação de 40 dias, com três práticas por dia, uma de manhã, uma à tarde, e uma à noite, com um mantra, seu yantra e seu japamala integrados, inteirados e interagidos, se possível aproximadamente na mesma hora e local, ao fim do qual o praticamente vivenciará transformações pessoais extraordinárias correspondentes aos objetivos numinosos que foram previamente auto-estabelecidos.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
Por ressonância, uma específica energia própria do ser humano microcósmico vibra na mesma sintonia de alguma das infinitas e específicas energias próprias da natureza micro e macrocósmica.
O princípio da ressonância com a Divindade ou com a energia cósmica deve sua aplicabilidade universal à perfeita sintonia existente entre o ser humano microcósmico e a Criação micro e macrocósmica.
O chamado caminho secreto, o caminho do meio, para elevar-se à meditação transcendental, está na ressonância resultante da contemplação, concentração e meditação do uso integrado, inteirado e interagido do mantra, do yantra e do japamala.
O processo de ressonância é estabelecido pela contemplação, concentração e meditação sobre a mensagem e o som do mantra, sobre a imagem do yantra e sobre a prática do japamala.
Enquanto a mente está em sintonia com as figurações específicas associadas ao mantra, ao yantra e ao japamala, os fluxos da energia numinosa místico-espiritual das percepções psíquicas emocionais e simpáticas se expandem, mas quando a ressonância é interrompida a energia cessa.
O mantra, o yantra e o japamala, em si mesmos, não representam nada, são apenas expressões axiomáticas tradicionais e metáforas mitológicas.
Quando atribuímos ao mantra, ao yantra e ao japamala poderosas energias místico-espirituais estamos conceituando metáforas mitológicas sem uma análise crítico-racional.
A energia místico-espiritual é um dos componentes específicos e exclusivos do ser humano, em estado natural e em latência.
O mantra, o yantra, e o japamala são, na realidade, recursos culturais criados progressivamente através dos tempos imemoriais, e usados para o desenvolvimento da plenitude dos percepções psíquicas emocionais e simpáticas da consciência numinosa místico-espiritual, rumo a meditação transcendental com a Consciência Divina.
Cada mantra tem seu yantra.
Cada mantra tem seu japamala.
Cada mantra é formado por uma ou várias palavras, cuja composição literária e cadência recitativa tem vários estilos ritmados pelo japamala e consagrados pela tradição milenar.
Entretanto, em que pese a obediência aos parâmetros herdados, a cada oração, cada praticante tem uma compreensão e uma execusão interpretativa idiossincrática, o que faz com que sua trajetória rumo à meditção transcendental seja especificamente singular, mesmo porque a Suprema Consciência não se repete em suas divinas criações.
Uma programação objetiva
Faça uma programação de 40 dias, com três práticas por dia, uma de manhã, uma à tarde, e uma à noite, com um mantra, seu yantra e seu japamala integrados, inteirados e interagidos, se possível aproximadamente na mesma hora e local, ao fim do qual o praticamente vivenciará transformações pessoais extraordinárias correspondentes aos objetivos numinosos que foram previamente auto-estabelecidos.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
Japamala
Em sanscrito, japa significa repetição; mala significa colar de contas; japamala significa colar de contas usado na recitação ou canto contínuo e repetitivo de um mesmo mantra.
O japa é a recitção ou o canto de um mesmo mantra, verbalizado, sussurrado ou mentalizado contínua e repetitivamente por 108 vezes, objetivando controlar a atividade e as flutuações ininterruptas dos pensamentos comuns, e direcionar o foco mental do praticante - sádhaka - para a contemplação, concentração e meditação.
A verbalização é inferior ao sussurro, e este é inferior à mentalização.
Ao japa é atribuído um fator místico formado pela vontade numinosa e pela vibração sonora dos fonemas do mantra emitido.
O japa tem um fator corporal formado pelo sistema respiratório e pelo sub-sistema de emissão da voz.
Ambos fatores, místico e corporal, formam uma unidade geradora da percepção psíquica emocional.
O mala é um instrumento feito com 108 pequenas contas, e mais uma conta diferenciada, furadas no meio, unidas por um cordão, formando um colar com 109 contas, o qual é manipulado para marcar o ritmo e a sequência numérica das 108 repetições de um mesmo mantra.
A conta diferenciada chama-se Merú - a divindade - a qual, ornada com fios coloridos, em geral vermelho, fica fora das 108 contas, unindo o começo e o fim do japamala.
Ao mala é atribuído um fator místico formado pela vontade numinosa e pela vibração dos movimentos manuais.
O mala tem um fator corporal formado pela estrutura óssea, nervosa e muscular específica das mãos.
Ambos fatores, místico e corporal, formam uma unidade geradora da percepção psíquica simpática.
O uso do mala
Segure o mala com o dedo médio da mão direita e passe as contas com o dedo polegar.
Puxe as contas um sua direção com o dedo polegar.
Comece o japamala pela primeira conta após o Merú.
Ao final, não passe por cima do Merú, gire e volte o mala e comece o novo japamala.
O mala não encostará no chão, e nem na sola dos pés; se necessário, segure-o com a mão esquerda logo acima do umbigo.
Misticamente o dedo indicador simboliza o "ego", razão pela qual não deve ser usado.
Misticamente o Merú simboliza a Divindade, razão pela qual não podemos passar por cima.
A prática do japamala
Diariamente, a prática - sádhama - de um japamala - 108 repetições de um mesmo mantra - gera percepções psíquicas emocionais e simpáticas, as quais influenciam progressivamente o inconsciente no sentido da contemplação, concentração e meditação nos componentes, elementos e fatores numinosos, místico-espirituais e ontológicos da meditação transcendental do praticante - sádhaka.
Continua no A Meditação Transcendental
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
O japa é a recitção ou o canto de um mesmo mantra, verbalizado, sussurrado ou mentalizado contínua e repetitivamente por 108 vezes, objetivando controlar a atividade e as flutuações ininterruptas dos pensamentos comuns, e direcionar o foco mental do praticante - sádhaka - para a contemplação, concentração e meditação.
A verbalização é inferior ao sussurro, e este é inferior à mentalização.
Ao japa é atribuído um fator místico formado pela vontade numinosa e pela vibração sonora dos fonemas do mantra emitido.
O japa tem um fator corporal formado pelo sistema respiratório e pelo sub-sistema de emissão da voz.
Ambos fatores, místico e corporal, formam uma unidade geradora da percepção psíquica emocional.
O mala é um instrumento feito com 108 pequenas contas, e mais uma conta diferenciada, furadas no meio, unidas por um cordão, formando um colar com 109 contas, o qual é manipulado para marcar o ritmo e a sequência numérica das 108 repetições de um mesmo mantra.
A conta diferenciada chama-se Merú - a divindade - a qual, ornada com fios coloridos, em geral vermelho, fica fora das 108 contas, unindo o começo e o fim do japamala.
Ao mala é atribuído um fator místico formado pela vontade numinosa e pela vibração dos movimentos manuais.
O mala tem um fator corporal formado pela estrutura óssea, nervosa e muscular específica das mãos.
Ambos fatores, místico e corporal, formam uma unidade geradora da percepção psíquica simpática.
O uso do mala
Segure o mala com o dedo médio da mão direita e passe as contas com o dedo polegar.
Puxe as contas um sua direção com o dedo polegar.
Comece o japamala pela primeira conta após o Merú.
Ao final, não passe por cima do Merú, gire e volte o mala e comece o novo japamala.
O mala não encostará no chão, e nem na sola dos pés; se necessário, segure-o com a mão esquerda logo acima do umbigo.
Misticamente o dedo indicador simboliza o "ego", razão pela qual não deve ser usado.
Misticamente o Merú simboliza a Divindade, razão pela qual não podemos passar por cima.
A prática do japamala
Diariamente, a prática - sádhama - de um japamala - 108 repetições de um mesmo mantra - gera percepções psíquicas emocionais e simpáticas, as quais influenciam progressivamente o inconsciente no sentido da contemplação, concentração e meditação nos componentes, elementos e fatores numinosos, místico-espirituais e ontológicos da meditação transcendental do praticante - sádhaka.
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Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Gayatri Mantra
O Gayatri Mantra é, depois do Mantra AUM-Om, o mais poderoso mantra dos Vedas, é o Mantra da Iluminação.
O Gayatri Mantra é devotado à deusa Gayatri, a Mãe dos Vedas, e foi criado para receber as vibrações solares que nos trazem vida, vigor e dinamismo.
O Gayatri Mantra surgiu pela primeira vez no Rig Veda, que foi escrito, em sanscrito, à 2500-3500 antes da era cristã.
O Gayartri Mantra é aplicavél universalmente porque é uma pronúncia específica, de louvor e de poder, pedindo a iluminação do nosso intelecto, Luz esta que traz o estímulo das energias vitais, e a liberdade do raciocínio lógico e da consciência espiritual.
A deusa Gayatri é a eliminadora da ignorância, origem de todos os conflitos, e não existe nada mais virtuoso do que o Gayatri Mantra, o qual atrairá a sabedoria divina para todo aquele que o recitar ou cantar com determinação e constância.
A palavra Gayatri é composta de duas palavras:
- Gaya: energia vital;
- Trayate: proteção e liberdade.
O Gayatri Mantra é composto de três frases, e oito sílabas cada frase, num total de vinte e quatro sílabas.
A frase
"Om Bhur Bhuvaha Suvaha"
é uma saudação antes do mantra.
Om-AUM:
- é a manifestação do som primordial do Criador do Universo.
A - Brahama - a criação
U - Vishnú - a conservação
M - Shiva - a tranformação
Bhur: Suprema Essência Una do mundo material
Bhuvaha: Suprema Essência Una do mundo espiritual
Suvaha: Suprema Essência Una do mundo divinal
Bhur Bhuvaha Suvaha são os três níveis da existência:
o macrocosmo, a humanidade, e o microcosmo.
Bhur Bhuvaha Suvaha são os três movimentos da natureza:
- inércia (tamas), ação (rajas), equilíbrio (satva).
O Gayatri Mantra
Tat Savitur Varenyam
Bhargo Dhevasya Dheemahi
Dhiyo Yo Naha Prachodaiat
Tat: Suprema Essência Una da Emanação;
Savitur: Suprema Essência Luminosa do Intelecto;
Varenyam: Suprema Essência Numinosa da Alma
Tat Savitur Varenyam é a Suprema Essência Una:
- da existência de tudo que lhe é contido;
- da consciência de tudo que lhe é acontecido;
- da totalidade de tudo que lhe é absoluto.
Bhargo: Suprema Essência Una da realidade;
Dhevasya: Suprema Essência Una da divindade;
Dheemahi: Suprema Essência Una da meditação.
Dhiyo: revelação da Suprema Essência Una
Yo: alma
Naha: nosso
Prachodaiat: pedido do êxtase
Versão intuitiva de Cortijo, Roberto
Que a Vontade Divina da Suprema Essência se manifeste em nós, eliminando a ignorância.
Que a luz solar da Suprema Essência se manifeste em nós, iluminando o caminho virtuoso da consciência desprendida.
Que o êxtase sagrado da Suprema Essência se manifeste em nós, absorvendo a alma sublimada na numinosa Consciência Una da natureza côsmica.
Gayatri é uma das formas da Shakti - Poder Criativo da Consciência - de Brahma, de Vishnú, e de Shiva.
Gayatri é a energia expansiva do Om.
O Gayatri Mantra é atríbuido às deusas Gayatri, Savitri e Sarasvati.
Gayatri governa os sentidos;
Savitri governa a energias vitais;
Sarasvati governa a perfeita espressão, harmonia e unidade.
Gayatri Mantra - pronúncia escolhida
1 2 3 4 5 6 7 8
om bur bu va ha su va ha
ta tsa vi tur va re ni am
bar go de va cia di ma hi
diio io na ha pra cho da ia
Numinoso: é o estado religioso da alma inspirada pelas
qualidades transcendentais da divindade.
Recomendação
Shanti: paz
Encerrar o Gayatri Mantra entoando três vezes o Mantra da Paz:
- Om Shânti, Shânti, Shânti.
Continua no Mantra.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
O Gayatri Mantra é devotado à deusa Gayatri, a Mãe dos Vedas, e foi criado para receber as vibrações solares que nos trazem vida, vigor e dinamismo.
O Gayatri Mantra surgiu pela primeira vez no Rig Veda, que foi escrito, em sanscrito, à 2500-3500 antes da era cristã.
O Gayartri Mantra é aplicavél universalmente porque é uma pronúncia específica, de louvor e de poder, pedindo a iluminação do nosso intelecto, Luz esta que traz o estímulo das energias vitais, e a liberdade do raciocínio lógico e da consciência espiritual.
A deusa Gayatri é a eliminadora da ignorância, origem de todos os conflitos, e não existe nada mais virtuoso do que o Gayatri Mantra, o qual atrairá a sabedoria divina para todo aquele que o recitar ou cantar com determinação e constância.
A palavra Gayatri é composta de duas palavras:
- Gaya: energia vital;
- Trayate: proteção e liberdade.
O Gayatri Mantra é composto de três frases, e oito sílabas cada frase, num total de vinte e quatro sílabas.
A frase
"Om Bhur Bhuvaha Suvaha"
é uma saudação antes do mantra.
Om-AUM:
- é a manifestação do som primordial do Criador do Universo.
A - Brahama - a criação
U - Vishnú - a conservação
M - Shiva - a tranformação
Bhur: Suprema Essência Una do mundo material
Bhuvaha: Suprema Essência Una do mundo espiritual
Suvaha: Suprema Essência Una do mundo divinal
Bhur Bhuvaha Suvaha são os três níveis da existência:
o macrocosmo, a humanidade, e o microcosmo.
Bhur Bhuvaha Suvaha são os três movimentos da natureza:
- inércia (tamas), ação (rajas), equilíbrio (satva).
O Gayatri Mantra
Tat Savitur Varenyam
Bhargo Dhevasya Dheemahi
Dhiyo Yo Naha Prachodaiat
Tat: Suprema Essência Una da Emanação;
Savitur: Suprema Essência Luminosa do Intelecto;
Varenyam: Suprema Essência Numinosa da Alma
Tat Savitur Varenyam é a Suprema Essência Una:
- da existência de tudo que lhe é contido;
- da consciência de tudo que lhe é acontecido;
- da totalidade de tudo que lhe é absoluto.
Bhargo: Suprema Essência Una da realidade;
Dhevasya: Suprema Essência Una da divindade;
Dheemahi: Suprema Essência Una da meditação.
Dhiyo: revelação da Suprema Essência Una
Yo: alma
Naha: nosso
Prachodaiat: pedido do êxtase
Versão intuitiva de Cortijo, Roberto
Que a Vontade Divina da Suprema Essência se manifeste em nós, eliminando a ignorância.
Que a luz solar da Suprema Essência se manifeste em nós, iluminando o caminho virtuoso da consciência desprendida.
Que o êxtase sagrado da Suprema Essência se manifeste em nós, absorvendo a alma sublimada na numinosa Consciência Una da natureza côsmica.
Gayatri é uma das formas da Shakti - Poder Criativo da Consciência - de Brahma, de Vishnú, e de Shiva.
Gayatri é a energia expansiva do Om.
O Gayatri Mantra é atríbuido às deusas Gayatri, Savitri e Sarasvati.
Gayatri governa os sentidos;
Savitri governa a energias vitais;
Sarasvati governa a perfeita espressão, harmonia e unidade.
Gayatri Mantra - pronúncia escolhida
1 2 3 4 5 6 7 8
om bur bu va ha su va ha
ta tsa vi tur va re ni am
bar go de va cia di ma hi
diio io na ha pra cho da ia
Numinoso: é o estado religioso da alma inspirada pelas
qualidades transcendentais da divindade.
Recomendação
Shanti: paz
Encerrar o Gayatri Mantra entoando três vezes o Mantra da Paz:
- Om Shânti, Shânti, Shânti.
Continua no Mantra.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Oração do Gayatra Mantra
Que a Vontade Divina da
Suprema Essência se
manifeste em nós,
eliminando a ignorância.
Que a luz solar da
Suprema Essência se
manifeste em nós,
iluminando o caminho virtuoso
da consciência desprendida.
Que o êxtase sagrado da
Suprema Essência se
manifeste em nós,
absorvendo a alma sublimada
na numinosa Consciência Una
da natureza cósmica.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
Suprema Essência se
manifeste em nós,
eliminando a ignorância.
Que a luz solar da
Suprema Essência se
manifeste em nós,
iluminando o caminho virtuoso
da consciência desprendida.
Que o êxtase sagrado da
Suprema Essência se
manifeste em nós,
absorvendo a alma sublimada
na numinosa Consciência Una
da natureza cósmica.
Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O Índice de Massa Corpórea
O meu círculo de amizades tem pessoas de ambos os sexos, solteiros, casados, divorciados, simpáticos, bonitos, alguns amigos recentes, e a maioria mais antiga.
Dos amigos recentes, alguns são obesos, e dos mais antigos, os obesos estão aumentando.
Pelo amor que tenho por estes amigos obesos estou tão preocupado que decidi escrever este breve alerta, objetivando provocar uma conscientização obstante à progressão de um distúrbio ainda razoavelmente pequeno.
1. Os termos gordo, obeso, sobre peso, morbidade, e outros do gênero, são expressões inadequadas e sem refinamentos.
2. A circunstância é, científica e corretamente, definida como um desequílibrio no índice de massa corpórea.
3. O índice de massa corpórea é determinado pela relação de três fatores básicos: origem racial, envergadura esquelética e altura.
4. A envergadura esquelética, nos adultos, é formada por 206 ossos e corresponde 20 % da massa corpórea.
5. A origem racial é determinante na envergadura esquelética, e esta na altura.
6. A origem racial, a envergadura esquelética e a altura determinam uma massa corpórea ideal sustentada por hábitos alimentares regionais e tradicionais de suas respectivas populações.
7. A natureza, em sua expansão espontânea, conduziu o homem, instintiva e intuitivamente, à ocupar regiões geográficas com recursos alimentares suficientes para a preservação da espécie.
8. Não há no planeta Terra nenhum povo cuja cultura culinária natural provocasse o desequilíbrio da massa corpórea.
9. Através da história mais recente, o desequilíbrio da massa corpórea é resultante da chamada "gastronomia de consumo", a qual, com os artifícios da especulação químico-experimental, reproduziu e descobriu sabores anti-naturais indutivos e provocadores da degustação de massa indiscriminada, satisfazendo, assim, os interesses globalizados dos grandes conglomerados das indústrias alimentícias internacionais, das grandes redes comerciais de distribuição, da propaganda subliminar de todos os veículos de comunicação, e, finalmente, da tributação governamental.
10. O desequilíbrio da massa corpórea provoca o aumento da periferia do sistema cardiovascular, causando a atividade tensiva do coração no bombeamento do sangue para as regiões tornadas mais distantes; provoca o aumento da atividade pulmonar na oxigenação cerebral de um volume anormal de sangue; provoca o aumento da atividade diafragmática na ordenação do ritmo pulmonar.
11. Metabolismo é o conjunto de transformações físico-químicas, sofridas pelo organismo vivo, através dos quais se faz o anabolismo e o catabolismo das substâncias necessárias à vida do ser humano. Anabolismo é o conjunto de fenômenos bioquímicos que se processam no organismo vivo para regenerar a matéria viva que se gasta durante a fase catabólica, através das queimas respiratórias intracelulares; é através destas últimas que o organismo obtém a energia necessária para o seu funcionamento. Catabolismo é o conjunto de reações bioquímicas que regem a transformação da matéria viva em detritos que serão expelidos.
12. O desequilíbrio do sistema metabólico começará quanto o desequilíbrio da massa corpórea atingir inevitavelmente um orgão do sistema chamado pâncreas, provocando um desequilíbrio crônico e sistemático chamado diabetes; o atual crescimento dos diabéticos, de todas as idades, no mundo, é alarmante e assustador.
13. Também, é interessante observar que a baleia, o elefante, o hipopótamo, o rinoceronte, o urso e o búfalo, os maiores mamíferos, não são animais com desequilíbrio de massa corpórea, eles são apenas de grande porte.
14. Na natureza, somente o ser humano e os seus animais domésticos correm o risco de sofrerem um desequilíbrio no índice de massa corpórea.
15. A solução existe, posso revela-la a quem desejar.
Cortijo, Roberto Hárifhat, o poeta sufí do deserto.
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